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Você compartilha tudo sobre a sua família na web?

a net segura

É difícil não jogar na rede aquela foto ou vídeo superfofo das crianças. Mas até onde isso é saudável? Veja abaixo como encontrar o limite da exposição e, assim, manter a família mais segura.

Quem não gosta de dividir com os amigos e familiares boas notícias, ainda mais quando estão relacionadas aos nossos filhos? E hoje não existe maneira mais fácil de fazer isso do que jogando a informação na rede, não é mesmo?

Cada conquista e gracinha vira motivo para uma nova postagem e, quando percebemos, nosso Facebook, Twitter e outras mídias sociais estão repletas de fotos das crianças, desde o chá de bebê até o primeiro dia da escola.

Se por um lado toda essa informação possibilita que parentes e amigos, principalmente aqueles que moram longe, acompanhem o crescimento das crianças, por outro, pode colocá-los em uma situação de superexposição.

Segundo uma pesquisa realizada no site CRESCER, a maioria das pessoas curte mostrar as crianças na internet. Dos 718 participantes, 59% disseram que sempre compartilham fotos dos filhos, 31% poucas vezes e apenas 8% têm medo da exposição.

Vale lembrar que a rapidez e interatividade da internet dificultam que tenhamos controle de quem vê nossas postagens e aí surge aquela pergunta: será que estou expondo meu filho demais? No meio de tantas coisas legais da web, como se proteger das ruins?

Família segura

“Os pais precisam ter em mente que qualquer conteúdo publicado naquela telinha – seja do computador, tablet ou smartphone – terá uma capacidade de circulação imensa”, diz Rodrigo Nejm, psicólogo e diretor de Prevenção da SaferNet Brasil. “Uma vez publicada, a informação se torna tão pública quanto aquela colocada em um outdoor de uma grande avenida. Não tem mais volta e pode fugir do nosso controle”, afirma.

Assim, divulgar indiscriminadamente a intimidade de sua família pode trazer riscos. São muitos os problemas que podem envolver a imagem da criança na web, como pedofilia, sequestro, cyberbullying e a própria violação da privacidade do seu filho.

Isso não significa que você deve evitar o mundo digital e todas as ferramentas de interação que ele proporciona, basta saber usá-las com bom senso. Os pais têm de ter consciência do que estão postando e se perguntar se suas publicações vão envergonhar ou comprometer a segurança dos filhos.

“Na empolgação, muitos pais acabam fornecendo dados sobre a rotina da família que podem ser usados por criminosos para assaltos, sequestros, etc.”, diz Rodrigo. Assim, tome cuidado com imagens que identifiquem de onde é a criança ou em qual escola estuda. Evite também expor passeios, brinquedos ou outros bens materiais, que denunciam o poder aquisitivo da família.

Ainda mais importante é lembrar do bem-estar do seu filho. “O que você acha engraçadinho quando ele é pequeno, pode envergonhá-lo quando ele for mais velho”, lembra Rodrigo. “É só se colocar do outro lado: você gostaria que seu filho ficasse compartilhando fotos suas sem pedir autorização? Assim, se ele for maiorzinho, o diálogo é fundamental.” Antes de postar uma foto nova, pergunte a ele se tudo bem você fazer isso. E atenção também aos comentários dessas imagens!

Lembre-se que sites, blogs e redes sociais têm opções e políticas de privacidade que ajudam a restringir o acesso ao conteúdo que você compartilha. No Facebook, por exemplo, é possível criar grupos fechados. Use e abuse dessas ferramentas para compartilhar momentos marcantes do seu filho com quem realmente você quer e se sente segura.

Veja 12 dicas de segurança para a web

1. Antes de postar, avalie a pertinência daquele conteúdo. Ele pode prejudicar alguém? Há algum problema caso a informação caia na mão de estranhos? Expõe alguma pessoa ao ridículo? Fornece excesso de detalhes sobre o cotidiano da família?

2. Em vez de dizer onde estão ou estarão, fale sempre no passado.

3. Não forneça sua localização completa, como nome da escola, dos filhos ou bairro onde mora.

4. Evite preencher cadastros na internet com dados pessoais, como telefone e endereço.

5. Seu filho já acessa a internet sozinho? Espionar ou gravar tudo o que seus filhos fazem não é uma boa saída. Programas de filtro de conteúdo podem ajudar, mas o diálogo aberto sobre como, quando e com quem usar a rede continua sendo responsabilidade dos pais. Lembre-se: os programas podem funcionar bem em casa, mas as crianças também acessam a internet em lan houses, nas escolas ou em casas de amigos.

6. Ao colocar fotos da família, considere antes se elas expõem demais seus filhos, se indicam bens que possui, o número de sua casa, o uniforme da escola ou a placa do carro.

7. Também vale orientar as crianças a não exibir nome completo, endereço, telefone, nome da escola ou dos parentes em comunidades virtuais – e nem passar esses dados em chats.

8. Nos blogs, você pode moderar ou excluir comentários e editar as configurações para impedir os visitantes de copiar textos e fotos.

9. No YouTube, dá para restringir o acesso a usuários específicos ou somente para quem tiver o link exato do vídeo.

10. No Facebook, álbuns de fotos e publicações podem ser somente abertas para a visualização de pessoas específicas.

11. Sempre que testemunhar algo que viole os Direitos Humanos ou ameace seus filhos denuncie e procure as autoridades.

12. A ONG Safernet disponibiliza um Canal de Ajuda para quem tiver dúvidas sobre comportamento na web.

Fonte: Crescer

Só 25,00 Reais

Um homem chegou em casa tarde do trabalho, cansado e irritado encontrou o seu filho de 5 anos esperando por ele na porta .

- “Pai, posso fazer-lhe uma pergunta?”

- “O que é?” – respondeu o homem.

- “Pai, quanto você ganha em uma hora?”

- “Isso não é da sua conta. Porque você esta perguntando uma coisa dessas?”, o homem disse agressivo.

- “Eu só quero saber . Por favor me diga, quanto você ganha em uma hora?”

- “Se você quer saber, eu ganho R$ 50 por hora.”

- “Ahh…” o menino respondeu, com sua cabeça para baixo.

- “Pai, pode me emprestar R$ 25,00?”

O pai estava furioso,

“- Essa é a única razão pela qual você me perguntou isso? Pensa que é assim que você pode conseguir algum dinheiro para comprar um brinquedo ou algum outro disparate? Vá direto para o seu quarto e vá para a cama. Pense sobre o quanto você está sendo egoísta .Eu não trabalho duramente todos os dias para tais infantilidades.”

O menino foi calado para o seu quarto e fechou a porta.

O homem sentou e começou a ficar ainda mais nervoso sobre as questões do menino.

Como ele ousa fazer essas perguntas só para ganhar algum dinheiro?

Após cerca de uma hora, o homem tinha se acalmado e começou a pensar.

Talvez houvesse algo que ele realmente precisava comprar com esses R$ 25,00 porque ele realmente não pedia dinheiro com muita freqüência. O homem foi para a porta do quarto do menino e abriu a porta.

-”Você está dormindo, meu filho?”, Ele perguntou.

- “Não pai, estou acordado”, respondeu o menino.

- “Eu estive pensando, talvez eu tenha sido muito duro com você a pouco…”, afirmou o homem. “Tive um longo dia e acabei descarregando em você. Aqui estão os R$ 25 que você me pediu.”

O menino se levantou sorrindo. “Oh, obrigado pai!” gritou. Então, chegando em seu travesseiro ele puxou alguns trocados amassados.

O homem viu que o menino já tinha algum dinheiro, e começou a se enfurecer novamente.

O menino lentamente contou o seu dinheiro , em seguida olhou para seu pai.

- “Por que você quer mais dinheiro se você já tinha?” – Gruniu o pai.

- “Porque eu não tinha o suficiente, mas agora eu tenho”, respondeu o menino.

- “Papai, eu tenho R$50,00 agora. Posso comprar uma hora do seu tempo… Por favor, chegue mais cedo amanhã em casa. Eu gostaria de jantar com você.”

O pai foi destroçado. Ele colocou seus braços em torno de seu filho, e pediu o seu perdão.

É apenas uma pequena lembrança a todos vocês que trabalham arduamente na vida. Não devemos deixar escorregar através dos nossos dedos o tempo sem ter passado algum desse tempo com aqueles que realmente importam para nós, os que estão perto de nossos corações. Não se esqueça de compartilhar esses R$50,00 no valor do seu tempo com alguém que você ama.

Se morrermos amanhã, a empresa para a qual estamos trabalhando, poderá facilmente substituir-nos em uma questão de horas. Mas a família e amigos que deixamos para trás irão sentir essa perda para o resto de suas vidas.

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Manifestação pública contra o preconceito

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A Associação Brasileira de Psiquiatria enviou carta ao apresentador Fausto Silva, da TV Globo, contestando a posição da psicóloga Elizabeth Monteiro sobre a chacina ocorrida numa escola de ensino elementar na cidade de Newtown, no estado norte-americano de Connecticut. Para a psicóloga, o jovem Adam Lanza, que atirou contra 26 pessoas, entre elas 20 crianças, seria autista ou portador de Síndrome de Asperger. As declarações foram ao ar no programa do dia 16 de dezembro.

Falando em nome dos mais de 10 mil psiquiatras do País, o presidente da ABP, Antonio Geraldo da Silva, afirmou, no documento, que atrelar uma chacina ou qualquer atitude violenta a uma reação do autismo ou Síndrome de Asperger é grave e carece de embasamento cientifico. Para a Associação Brasileira de Psiquiatria, declarar algo do gênero, em rede aberta de televisão, traz consequências graves para autistas, familiares, professores, educadores e profissionais de saúde, que lidam com esta realidade diariamente.

Antonio Geraldo da Silva ressaltou que a ABP defende a criminalização da “psicofobia”, preconceito contra portadores de deficiências e transtornos mentais, no novo projeto do Código Penal que tramita no Congresso.

Veja Aqui as declarações da psicóloga Elizabeth Monteiro no programa Domingão do Faustão no dia 16 de dezembro.

Fonte: Portal da PsiquiatriaABP – Associação Brasileira de Psiquiatria

MEU FILHO QUER CONHECER A MÃE BIOLÓGICA, E AGORA?

Para muitos pais adotivos ver o filho do coração movendo céus e terras em busca dos pais biológicos prece ser algo extremamente doloroso. Mas para quem foi adotado esta é uma forma de descobrir de onde veio, de por um ponto final em certos estereótipos e de preencher uma enorme lacuna.

Ricardo Fischer, de 46 anos, tem uma história bem sucedida para contar sobre esse tema. Adotado aos dois anos de idade, quando tinha cinco ou seis começou a perceber que algo não se encaixava direito em sua vida. “Eu era diferente dos meus irmãos. Além disso, fui adotado nos anos 60, época em que havia muito preconceito, e as pessoas não me olhavam ou me tratavam da mesma maneira que meus irmãos”, lembra.

Sedento por explicações, Ricardo começou a questionar a mãe sobre o assunto, mas ela sempre procurava não esclarecer o assunto, dizia que ele era muito novo para entender. Até que, aos 12 anos, durante uma briga, uma terceira pessoa disse que ele não era da família, que era adotado. Foi a confirmação que Ricardo precisava. “Geralmente os filhos adotivos descobrem a verdade por meio de brigas em família ou disputas por herança”, comenta.

Mesmo após saber a verdade, a mãe adotiva não quis tocar no assunto, contar toda a história. Até que entre 15 e 16 anos, Ricardo aproveitou estava sozinho em casa, foi até o quarto da mãe, mexeu numa caixa de documentos e achou os papéis da sua adoção. Lá tinha a data em que ele havia deixado o abrigo, o nome da sua mãe biológica e outras informações que precisava para iniciar sua busca.

“Fiquei de castigo por ter mexido nas coisas da minha mãe adotiva, mas depois de muita insistência minha mãe me contou tudo. Depois ficou desesperada, achando que eu iria embora, mas expliquei para ela não queria buscar uma família, mas sim uma origem, saber de onde eu tinha vindo. Só quem passa por isso sabe dessa necessidade”, afirma.

Na época em que Ricardo iniciou sua busca não tinha internet e foi preciso recorrer ao juizado e à Polícia Civil. Mas, como era menor de idade, teve que convencer a mãe adotiva a lhe ajudar. “Ela se revoltou no começo, mas fui mostrando para ela que precisava da informação para completar minha história e ela acabou passando para o meu lado.”

É difícil de acreditar, mas até os sete anos de idade Ricardo morou com a família adotiva em frente ao prédio onde viviam a avó e a mãe biológicas. Talvez até tenha cruzado com uma delas. Até um detetive o rapaz chegou a contratar para lhe ajudar, mas sem sucesso. Depois de muita persistência, Ricardo achou um tio que lhe deu as informações para localizar sua mãe biológica. “Esse tio também havia me dito que eu tinha um irmão gêmeo, que procuro até hoje”, conta.

O encontro de Ricardo com a mãe, que também morava em Porto Alegre, foi emocionante, marcado por uma longa conversa recheada de explicações. “Minha mãe biológica contou que havia sido vítima de preconceito familiar. Ela era de família de classe média alta, era solteira, ficou grávida e meu avô a botou para fora de casa. Chegou a ficar um tempo com a gente, mas quando não conseguiu mais nos sustentar nos levou para uma instituição”, conta. “Hoje conheço meus pais, avós e tios biológicos. Vejo-os como amigos, pois não há vínculo afetivo.”

Ricardo conta que sua vida mudou muito após esse encontro, principalmente porque seus pré-conceitos caíram por terra. “O ser humano fantasia muito as coisas. Por que sou adotado? Por que não me quiseram? Eu não valia nada? A adoção hoje é tratada como uma mentira. A gente, sem saber a verdadeira história, acaba se culpando por ter sido adotado. Por isso é importante a família adotiva contar a verdade, para que o filho não se sinta enganado”.

Medo da verdade

Ricardo conta que 90% das mães evitam contar a verdade com medo de perder o filho que adotou. Mas ele reforça que a procura pela mãe biológica não vai gerar vínculo afetivo, é uma necessidade que a pessoa tem de saber de onde veio. “Não é certo enganar o ser humano, é um direito que o filho adotivo tem de saber quem ele é.”

E é importante lembrar que o medo do que e de quem vai encontrar não é só dos pais. Os filhos, ansiosos por encontrar a mulher que os gerou, acabam idealizando o físico e o psicológico da mãe biológica. Mas eles precisam estar preparados para encontrar o melhor ou o pior do outro lado. “Como aconteceu com a menina que mora na Suíça, a mãe pode não querer conhecer o filho que doou”, lembra.

O criador da ONG Filhos Adotivos do Brasil, que tem como objetivo dar uma força a essas pessoas, ressalta ainda que essa necessidade de conhecer a família biológica também é medica. “Quando você vai a uma consulta o especialista pergunta se alguém da família tem alguma doença. Eu fiquei diabético e descobri que meu avô e minha mãe são. É um tipo de diabetes hereditária. Se eu não soubesse da minha história verdadeira essa informação se perderia”, diz.

Para preparar pais e filhos adotivos para esse momento que, segundo Ricardo, é inevitável, a ONG possui um curso que instrui as mães para a adoção, de forma que elas entendam a importância de falar a verdade para o filho adotivo e deixá-lo procurar por quem o gerou. “O curso dura mais ou menos 10 dias e acontece aqui em Porto Alegre. Nossa ideia é estendê-lo para todo o Brasil.

Geralmente o filho adotivo tem a noção real da adoção na adolescência. Aí começa a vontade de procurar as origens. O problema é que os pais adotivos não sabem lidar com esse momento e acham que o filho é ingrato. “Eles pensam: ‘Fiz de tudo, dei amor e carinho e agora ele quer outra família’. Mas não é assim. A gente não quer vínculo, quer saber a verdade. Muitos filhos entram em choque nessa hora. Porque começa uma briga na família. É preciso estar pronto para isso. A verdade precisa ser contada”, defende do criador da ONG.

A preocupação do idealizador da Filhos Adotivos do Brasil em preparar os pais adotivos para esse processo está no fato de que muita gente não tem noção do que é adotar uma pessoa. Acham que tudo vai ser simples e lindo, mas não é bem assim. “Levar uma criança para casa não é como adotar um gatinho ou um cãozinho. Esses pais precisam entender a situação como ela é. A criança vai chegar com uma bagagem de rejeição e de abandono muito grande”, afirma. “E quando a relação não é como os pais pensavam, eles chegam a devolver a criança, gerando uma rejeição ainda maior.”

Ajuda a outros filhos adotivos

Em 2007 nasceu a Filhos Adotivos do Brasil. Até agora 400 casos foram solucionados no país, 11 de exterior (filhos que moram fora que querem achar a mãe no Brasil) e outros 1.700 estão na fila de espera.

E o procedimento é sempre o mesmo: antes de passar os contatos para o filho adotivo, Ricardo liga para a mãe biológica e faz a ponte para preparar os envolvidos. “A equipe é formada por mim e mais cinco pessoas. Conseguiríamos mais resultados se tivéssemos o apoio do governo, o que infelizmente não acontece”, lamenta. “Esse projeto é o único no país e precisamos de ajuda para mantê-lo.”

Mesmo com a mudança na Lei Nacional da Adoção (nº 12.010/2009), que incluiu no Estatuto da Criança e do Adolescente o direito à revelação da origem biológica, o governo não tem facilitado o acesso a essas informações. “Muitas vezes os órgãos responsáveis não querem nos ajudar e temos que entrar com processo. A burocracia é maior, mas, felizmente sempre ganhamos, pois agora é lei”, comemora.

A internet também se tornou um divisor de águas e agilizou bastante os encontros. Há casos que são resolvidos em questão de horas. Tudo depende das informações que o filho adotivo tem em mãos. Inclusive Ricardo se lembrou do caso de uma menina que mora na Suíça. Ela achou a certidão original, mandou para ele e, três horas depois, ele já estava conversando com a mãe da menina pelo telefone. Apesar da rapidez, não foi um caso fácil, pois a mãe não queria ver a menina.

“Isso pode acontecer. Eu liguei para a mulher em Santa Catarina e contei que a filha morava na Suíça e queria conhecê-la. A mãe renegou”, contou. Ricardo então disse que passaria o telefone de qualquer forma, pois era um direito da menina conhecer a mãe biológica. E após muita insistência ela me contou que não podia ver a filha porque ficou grávida solteira e teve que doá-la. E agora já tinha uma família que não sabia desse passado. “Aconselhei-a a contar a verdade para a família, porque a menina certamente ia ligar. Sei que elas se encontraram três meses depois.”

Fonte: Por Juliana Falcão (MBPress) retirado do site http://www.adocaobrasil.com.br em 12/12/2012.

Projeto incentiva a adoção

Como Adotar uma Criança

O Ministério Adotar, da Igreja Batista da Lagoinha, foi criado para incentivar a adoção de crianças e adolescentes. O projeto tem como função dar assistência e apoio às famílias adotantes e aos adotados.

Fonte: Rede Super

Ministra apresenta balanço do Disque 100 no dia Internacional dos Direitos Humanos

A ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) comemora nesta segunda-feira (10), o dia Internacional dos Direitos Humanos, na sede do Disque Direitos Humanos- Disque 100 em Brasília, às 10h. Na ocasião, será apresentado um balanço com os dados do Disque 100.

O levantamento deverá apontar um panorama das denúncias de violações de direitos humanos recebidas pela central entre janeiro e novembro de 2012. O serviço recebe demandas relativas a violações de Direitos Humanos, especialmente as que atingem grupos sociais vulneráveis.

Ao serviço cabe também disseminar informações e orientações sobre as ações, programas, campanhas, direitos e serviços de atendimento, proteção e defesa, além de responsabilização em Direitos Humanos disponíveis no âmbito Federal, Estadual e Municipal.

As manifestações de violações de Direitos da Criança e do Adolescentes acolhidas pelo Disque 100 são examinadas e posteriormente encaminhados para os conselhos tutelares para apuração e providências cabíveis. O Disque Direitos Humanos funciona 24 horas, todos os dias, inclusive fins de semana e feriados.

Fonte: Portal SDH

Conexão STJ aborda a realização de estudos sobre crianças e adolescentes

Para defender os direitos de crianças e adolescentes, o Ministério Público pode pedir ao Poder Judiciário diversas providências, entre elas a realização de estudo social sobre menores em situação de risco, com o uso da estrutura das varas.

Para falar sobre os benefícios dessa decisão do Superior Tribunal de Justiça, o Conexão STJ recebe o advogado Ariel Alves, vice-presidente da Comissão Especial da Criança e do Adolescente do Conselho Federal da OAB.

Clique aqui e ouça.

Fonte: STJ

Conanda esclarece dúvidas sobre eleição de conselheiros

Banner Conanda

O Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) realizará no dia 10/12, das 14h às 18h, videoconferência com os Conselhos Estaduais e Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente. O evento acontece na sede da Interlegis – Av. N2, Anexo “E” do Senado Federal – e tem como objetivo esclarecer dúvidas referentes ao processo de escolha dos membros dos conselhos tutelares, mandatos e demais assuntos pertinentes ao tema.

A transmissão será em tempo real nas Assembleias Legislativas de cada estado.  Os conselheiros, Diego Vale de Medeiros e Glicia Salmeron, além da presidente do Conanda, Miriam Maria José dos Santos, serão os responsáveis pelas respostas aos questionamentos. O evento contará ainda com participação da coordenadora do Conanda, Luciane Escouto, e equipe técnica.

 O que: Videoconferência com Conselhos Estaduais e Municipais de Direitos da Criança e do Adolescente

Quando: 10/12/12
Onde: Interlegis  – Av. N2, Anexo “E” do Senado Federal
Horário: 14h às 18h

Fonte: Conanda

SINTOMAS DA SÍNDROME DE ASPERGER

Um diagnóstico preciso e seguro do Asperger

Síntomas do Asperger

Como sempre afirmamos, cada criança é um mundo e não se pode generalizar. Menos ainda nos casos de Asperger. Um diagnóstico preciso e seguro só poderá ser dado por um  médico especialista, assim como o devido tratamento.

No entanto, existem algumas características que podem ser observadas pelos pais quando seus filhos tenham entre 2 e 7 anos de idade. Normalmente, uma criança com Asperger pode apresentar algumas características com maior frequência. Aqui, apresentamos algumas:

1- Habilidades sociais e controle emocional

- Não desfruta normalmente do contato social. Relaciona-se melhor com adultos que com crianças da mesma idade. Não se interessa pelos esportes.

- Tem problemas de brincar com outras crianças. Não entende as regras implícitas do jogo. Quer impor suas próprias regras, e ganhar sempre. Talvez por isso prefira brincar sozinho.

- Custa-lhe sair de casa. Não gosta de ir ao colégio e apresenta conflitos com seus companheiros.

- Custa-lhe identificar seus sentimentos e os dos demais. Apresenta mais birras que o normal. Chora com facilidade por tudo.

- Tem dificuldades para entender as intenções dos demais. É ingênuo. Não tem malícia. É sincero.

2- Habilidades de comunicação

- Não pode olhar nos olhos quando fala contigo. Crê em tudo aquilo que lhes dizem e não entende as ironias. Interessa-se pouco pelo que dizem os outros. Custa-lhes entender uma conversa longa, e muda de tema quando está confusa.

- Fala muito, em tom alto e peculiar, e usa uma linguagem pedante, extremamente formal e com um extenso vocabulário. Inventa palavras ou expressões idiossincrásicas.

- Em certas ocasiões, parece estar ausente, absorto em seus pensamentos.

3- Habilidades de compreensão

- Sente dificuldade em entender o contexto amplo de um problema. Custa-lhe entender uma pergunta complexa e demora para responder.

- Com frequência não compreende uma crítica ou um castigo. Assim como não entende que ele deve portar-se com distintas formas, segundo uma situação social.

- Tem uma memória excepcional para recordar dados e datas.

- Tem interesse especial pela matemática e as ciências em geral.

- Aprende a ler sozinho ainda bem pequenos.

- Demonstra escassa imaginação e criatividade, por exemplo, para brincar com bonecos.

- Tem um senso de humor peculiar.

4- Interesses específicos

- Quando algum tema em particular o fascina, ocupa a maior parte do seu tempo livre em pensar, falar ou escrever sobre o assunto, sem importar-se com a opinião dos demais.

- Repete compulsivamente certas ações ou pensamentos para sentir-se seguro.

- Gosta da rotina. Não tolera as mudanças imprevistas. Tem rituais elaborados que devem ser cumpridos.

5- Habilidades de movimento

- Possui uma pobre coordenação motora. Corre num ritmo estranho, e não tem facilidade para agarrar uma bola.

- Custa-lhe vestir-se, desabotoar os botões ou fazer laço nos cordões do tênis.

6- Outras características

- Medo, angústia devido a sons como os de um aparelho elétrico.

- Rápidas coceiras sobre a pele ou sobre a cabeça.

- Tendência a agitar-se ou contorcer-se quando está excitado ou angustiado.

- Falta de sensibilidade a níveis baixos de dor.

- São tardios em adquirir a fala, em alguns casos.

- Gestos, espasmos ou tiques faciais não usuais.

Fonte:  guiainfantil.com

AIDS na Adolescência

“A adolescência é um período da vida caracterizado por intenso crescimento e desenvolvimento, que se manifesta por transformações físicas, psicológicas e sociais. Ela representa um período de crise, na qual o adolescente tenta se integrar a uma sociedade que também está passando por intensas modificações e que exige muito dele. Dessa forma, o jovem se vê frente a um enorme leque de possibilidades e opções e, por sua vez, quer explorar e experimentar tudo a sua volta. Algumas dessas transformações e dificuldades que a juventude enfrenta, principalmente relacionado à sexualidade, bem como ao abuso de drogas ilícitas, aumentam as chances dos adolescentes de adquirirem a infecção por HIV, fazendo-se necessário a realização de programas de prevenção e controle da AIDS na adolescência”.

Estudos de vários países tem demonstrado a crescente ocorrência de AIDS entre os adolescentes, sendo que, atualmente as taxas de novas infecções são maiores entre a população jovem. Quase metade dos novos casos de AIDS ocorre entre os jovens com idade entre 15 e 24 anos. Considerando que a maioria dos doentes está na faixa dos 20 anos, conclui-se que a grande parte das infecções aconteceu no período da adolescência, uma vez que a doença pode ficar por longo tempo assintomática.

Hoje, as mulheres representam quase metade dos jovens infectados. Entre os pacientes menores de 13 anos com AIDS, a transmissão ocorre em sua maioria através da mãe, no período gestacional. Entre as mulheres maiores de 13 anos predomina a transmissão sexual (metade dos casos), seguida do contágio por uso de drogas injetáveis. Entre os homens a transmissão por via sexual representa mais de 50% dos casos, sendo que a prática homossexual é responsável por cerca de 30% desses casos. O contágio por uso de drogas injetáveis representa cerca de 20% das infecções entre os homens.

Características da Adolescência que Favorecem a Infecção pelo HIV

Existem algumas características comportamentais, socio-econômicas e biológicas que fazem com que os jovens sejam um grupo propenso a infecção pelo HIV. Dentre as características comportamentais, destaca-se a sexualidade entre os adolescentes. A atividade sexual na maioria das vezes se inicia na adolescência, sendo que, cerca de 50% dos jovens norte-americanos já tiveram relações sexuais aos 17 anos e apenas metade desses jovens relata uso de preservativo na última relação. Muitas vezes, a não utilização dos preservativos está relacionada ao abuso de álcool e outras drogas, os quais favorecem a prática do sexo inseguro. Outras vezes os jovens não usam o preservativo em “namoros firmes”, justificando que seu uso pode gerar desconfiança em relação à fidelidade do casal. Apesar de que, no mundo hoje, o uso de preservativo nas relações poderia significar uma prova de amor e proteção para com o outro. Observa-se também que muitas jovens abrem mão do preservativo por medo de serem abandonadas ou maltratadas por seus parceiros. Por outro lado, o fato de estar apaixonado faz com que o jovem crie uma imagem falsa de segurança, negando os riscos inerentes ao não uso do preservativo.

Outro fator importante a ser levado em consideração é o grande apelo erótico emitido pelos meios de comunicação, freqüentemente direcionado ao adolescente. A televisão informa e forma opiniões, unificando padrões de comportamento, independente da tradição cultural, colocando o jovem frente a uma educação sexual informal que propaga o sexo como algo não planejado e comum, dizendo que “todo mundo faz sexo, mas poucos adoecem”.

Os jovens têm pouco acesso às informações sobre doenças sexualmente transmissíveis e sobre o planejamento familiar. Boa parte dos adolescentes obtém as informações sobre o sexo de colegas e amigos, cujas opiniões, na maioria das vezes, são distorcidas e baseadas em mitos e preconceitos, como, por exemplo, a crença de que o uso do preservativo poderia dificultar a ereção e o desempenho sexual.

Segundo Futterman e col, alguns fatores biológicos contribuem para o aumento da infecção entre as mulheres jovens. Em primeiro lugar elas possuem células imaturas dentro da cavidade vaginal e no colo do útero que não impedem a infecção, como nas mulheres mais velhas. Em segundo lugar, os homens possuem uma grande capacidade de transmitirem doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), o que, por sua vez, facilita a infecção pelo HIV. Por fim, as mulheres possuem um grande número de DSTs assintomáticas, o que faz com que grande parte dessas infecções não sejam tratadas e, dessa maneira, aumentam as chances de contrair o HIV.

Curso Natural da AIDS nos Adolescentes



De acordo com Futterman e col, apesar do curso clínico da infecção pelo HIV, para a maioria dos adolescentes, ser igual ao dos adultos, alguns achados podem ser semelhantes à infecção tanto quanto no adulto, quanto na criança. Estudos mostram que a gravidade da doença varia marcadamente de acordo com o tipo de transmissão. Assim sendo, os indivíduos jovens que adquirem o vírus através do contato sexual costumam manter-se assintomáticos por algum tempo, mas possuem o número de linfócitos T CD4 menor que 410/ml (o que representa uma disfunção imunológica moderada). Já os indivíduos que adquirem a doença da mãe apresentam-se assintomáticos por muito tempo e possuem pouca disfunção imunológica. Portanto, os médicos precisam estar atentos ao fato de que, muitas vezes, o diagnóstico de AIDS congênita pode ser feito apenas na adolescência, e que a realização do exame da AIDS deve ser feito também nos filhos adolescentes de mães infectadas, uma vez que a infecção pode ficar latente por muitos anos.

O Cuidado Clínico dos Adolescentes com AIDS



Os adolescentes precisam de atendimento médico orientado para seu grupo e os profissionais de saúde precisam ser preparados para resolver as suas necessidades. A atenção ao adolescente deve ser dada por uma equipe multidisciplinar, incluindo os serviços de saúde mental, o atendimento ginecológico específico para pacientes com AIDS e os programas de prevenção e educação.

Conforme Futterman e col, a privacidade é um aspecto muito importante nas consultas dos adolescentes, pois geralmente estes têm vergonha das mudanças que ocorrem em seu corpo.

Devido à alta incidência de DSTs nesse grupo de pacientes, os testes de detecção dessas doenças devem ser feitos logo no início do diagnóstico da infecção, estes testes incluem o exame preventivo do câncer de colo, exames para detecção da presença de clamídia, gonorréia, sífilis, herpes genital e hepatite B. Outros exames que devem ser feitos incluem a contagem de células CD4, contagem da carga viral, hemograma completo, exames de avaliação hepática, exames de avaliação renal, exame de urina de rotina, exames sorológicos para detecção de toxoplasmose e citomegalovirose, teste de gravidez e, por fim, os exames para detecção de tuberculose.

Os adolescentes devem receber as seguintes vacinas: tríplice viral (rubéola, caxumba e sarampo), dupla para difteria e tétano, hepatite B, Antiinfluenza,
Antipneumococo e anti-haemófilos. A segunda dose da vacina BCG só não deve ser feita em pacientes com sintomas de AIDS.

O Tratamento Específico dos Jovens com AIDS



A dosagem dos anti-retrovirais é baseada no desenvolvimento da puberdade, de acordo com a classificação de Tanner (escala que classifica o desenvolvimento dos adolescentes de acordo com as fases da puberdade), e não pela a idade. Dessa forma as doses pediátricas devem ser usadas nos pacientes com classificação I e II (fase pré-adolescente), as dosagens dos pacientes que se encontram na fase inicial da adolescência (III e IV) devem ser baseada de acordo com o fim ou não da fase do estirão da puberdade (fase de crescimento acelerado que ocorre nas mulheres entre 11 e 12 anos e nos homens entre 13 e 14 anos), por fim os adolescentes que se encontram na fase V devem ser tratados como adultos.

Deve-se dar atenção ao fato de que muitas drogas prescritas para adolescentes (como os anticoncepcionais, o metronidazol, usado para o tratamento de clamídia e tricomonas, e alguns antidepressivos) possuem interações medicamentosas com os anti-retrovirais. No uso dos anti-retrovirais, as doses dessas drogas devem ser ajustadas pelos médicos.

De acordo com Futterman e col, a aderência ao tratamento entre os adolescentes é relativamente baixa, sendo que apenas 56% das mulheres e 65% dos homens (participantes de um estudo para avaliação da aderência ao tratamento em pacientes com infecção pelo HIV) revelaram que faziam uso corretamente dos antiretrovirais. Os principais motivos ligados à baixa adesão ao tratamento são os efeitos colaterais, os inconvenientes gerados pela grande quantidade de comprimidos e o esquecimento.

A Prevenção da AIDS na Adolescência



Atualmente existe uma necessidade urgente de tornar os adolescentes capazes de se protegerem da AIDS e de outras DSTs, e de garantir-lhes o direito a um desenvolvimento sexual seguro e saudável. As iniciativas devem incluir a educação sexual nas escolas, o trabalho de jovens em entidades religiosas e a integração a atividades esportivas.

É preciso que o adolescente seja envolvido ativamente, para assegurar que as atividades sejam relevantes e úteis. É necessário descobrir o que os jovens pensam e quais são as suas necessidades. Os programas a serem desenvolvidos devem ser baseados nos problemas, crenças e necessidade de informação, identificados pelo próprio paciente.

Os jovens precisam muito mais do que fatos sobre sexo, eles precisam questionar, desenvolver a capacidade de tomar decisões, comunicá-las aos outros, lidar com os conflitos e defender as suas opiniões, mesmo que essas sejam contrárias às opiniões dos outros.

Por fim, o comportamento do adolescente é muito influenciado pela família, amigos, professores e principalmente pela mídia. Estes podem desempenhar um papel fundamental, e devem atuar aumentando a conscientização sobre as práticas que afetam a saúde do adolescente, como o abuso de drogas e de álcool e a prática do sexo inseguro.

Fontes: www.boasaude.com.br   e Manual Adolescentes 

 

ATENÇÃO: Curso internacional sobre direitos da criança

Curso internacional sobre direitos da criança mostrará ações do CNJ na área

Curso internacional sobre direitos da criança mostrará ações do CNJ na área

As ações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) na área da Infância e Juventude serão apresentadas durante o XV Curso Internacional de Proteção Jurisdicional dos Direitos da Criança e do Adolescente, que acontece de 3 a 7 de dezembro, na Universidade Bandeirante (Uniban), que fica na Rua Afonso Celso, 235, Vila Mariana, São Paulo. O curso é promovido pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em parceria com a Faculdade de Direito da Universidade Diego Portales (UDP), do Chile, e Uniban. A iniciativa tem o apoio Associação Brasileira de Magistrados e Promotores da Infância e Juventude (ABMP).

O curso é dirigido a juízes, promotores de Justiça, defensores públicos e advogados especialistas na defesa dos direitos de crianças e adolescentes. Os alunos que obtiverem aprovação receberão Certificado Acadêmico expedido pelas instituições que promovem o curso.

O CNJ será representado pelo juiz auxiliar da Presidência Luciano Losekann, coordenador do Departamento de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário e do Sistema de Execução de Medidas Socioeducativas (DMF). Sua explanação está prevista para abertura do evento, a partir das 15h do dia 3. O magistrado apresentará iniciativas do CNJ voltadas à proteção de crianças e adolescentes, que incluem os programas Justiça ao Jovem, Justiça nas Escolas, Pai Presente e Registro Civil de Nascimento. O CNJ também criou os cadastros nacionais de Adoção, de Adolescentes em Conflito com a Lei e de Crianças e Adolescentes Acolhidos.

A participação do CNJ no curso está relacionada a acordos firmados, em outubro, com a Unicef e a Childhood Brasil para assegurar os direitos das crianças e dos adolescentes à Justiça e à proteção contra a violência sexual. Os acordos preveem parcerias na realização de eventos, pesquisas, cursos, além de políticas públicas voltadas à proteção e à promoção dos direitos jurídicos dessa parcela da população.

Jorge Vasconcellos

Fonte: Agência CNJ de Notícias


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